Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 26/05/2022
O trabalho escravo é um assunto tão pouco expressivo pelo governo e pela população em geral, o que é ineficaz ao que se realmente se espera de uma comunidade mais apropriada, e intolerante a esse tipo de ação injusta que deveria ter sido abolida por completo.
De certo modo, o ato de instituir em um trabalho um meio de enriquecer apenas o proprietário é uma atuação corrupta que, no fim, o maioral, ou o chefe, sempre sai por cima, enquanto o resto dos empregados passam por situações de sobrevivência e baixa remuneração, em vez de uma condição de qualidade, acomodação, e reconhecimento. Dado a esse fato, indivíduos e até famílias inteiras tem enfrentado a totalidade da escravatura, ainda enraizaida em algumas áreas de nossa sociedade. Ademais, os que estão sob o controle deles fazem o possível para que tudo se mantenha no devido sigilo, assumindo um estilo mais privado a ser tangível. Citemos, por exemplo, que neste mesmo ano no Rio Grande do Sul, há registros de mais de mais de 107 sujeitos resgatados de casos referentes a escravidão, entre 1° de janeiro e 22 de maio, tendo a média de 21,4 casos por mês. Visivelmente ainda é o mínimo se somarmos as pessoas em cárceres que não foram descobertos. Esse ramo desagradável permeando nosso solo com teimosia nos dias presentes não é levado geralmente em questão, pois é um senso comum acharmos que a escravatura finalizou de vez.
Decerto, o que deve-se exigir em questão seria mais aplicações diretas de investigação e policiamento ordenados pelo governo, para que o recolhimento máximo de escravizados venha a ser mais efetivo.