Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 14/03/2023
O filme “Harriet: O Caminho da Liberdade”, orignal da Netflix, narra a escravidão,
as maselas deixadas por ela e a luta para conquistar a liberdade que vai além dos parâmetros políticos, atinge as esferas socias e culturais. Todavia, o trabalho escravo ainda existe no século XXI, de maneira análoga, e precisa ser combatido. Asssim, a herença socio-cultural bem como a ineficiência legislativa são desafios a serem enfrentados.
Em primeiro plano, a escravidão fez parte da formação da nação brasileira através do colonialismo e o tráfico humano o Brasil foi colonizado e futuramente se tornou um país. Dessa forna, Friedrich Ratzel, percursor da geopolítica, conduziu estudos a respeito da superioridade europeia, intoduzida como estratégia para expansão. Tais estudos impulsionaram o comércio de africanos o que se reverbera ainda na sociedade contemporânea a media que atrela-se a escravidão a esse povo, alimentando valores já abolidos.
Além disso, a não eficiência das leis corrabora para a persistência da problemática. Assim, Gilberto Dimenstei em seu livro “Cidadãos de Papel” descreve como a cidadania é inexistente limitando-se ao idealizável. Assim, dado que todo cidadão tem direito a liberdade e a condições de trabalhos plausíveis, segundo a Constituição Federeal de 1988, a escravidão destitui o indivíduo do direito a cidadania e reafirma os valores de Dimenstei.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação, responsável pela educação nacional, por meio das escolas desconstruir a imagem social e cultural que atrela alguns povos a escravidão que outrora era parte do Brasil, através de pelestras no meio de ensino. Nesse viés, cabe tembém ao Poder Executivo fiscalizar o Poder Legislativo, bem como, promover a execução das leis uma vez que ela não tem ocorrido. Com isso, espera-se que os desafios para o combate da temática sejam cada vez menores.