Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 02/08/2023
Zygmunt Bauman defende que ‘’não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas’’. No entanto, não é possivel verificar uma reação interventiva no combate ao trabalho análogo à escravidão no Brasil. Dado que, Muitas empresas contratam pessoas em condições degradantes e com a liberdade cercada no intuito de diminuir os custos trabalhistas.
Dessa forma, em primeira análise, as propostas de trabalho vem sendo cada vez maiores, cercando em sua grande maioria pessoas pobres e analfabetas. Para Rupi Kaur, ’’ a representividade é vital’’. Porém, há um hiato absurdo na representação do Estado para combater essa problemática, visto que, a grande causa desse ocorrido seja a falta de representatividade, pois medidas mais sevérias deveria ser tomadas. Assim como o jornalista Carlos Lacerda afirmou que ’’ a impunidade gera a audâcia dos maus’’.
Segundo o radar da secretária de inspeção do trabalho (SIT), cerca de 55 mil pessoas foram resgatadas dessas condições entre os anos de 1995 a 2020. Apesar dos números o Brasil foi um dos pioneiros a criar uma comissão de fiscalização das condições de trabalho perante a (O.I.T.), mas porque ainda existe trabalho escravo em pleno século XXI ?
Portanto, é indispensável investir sobre problema. Todavia para uma melhora dessa situação deveria existir uma punição e leis mais sevéras, pois tal crime é um desrrespeito aos direitos humanos, atualmente, a forma que o Governo lida com isso é com base em: Multas que as empresas deve pagar e sair ipune, pois empresas no geral envolve dinheiro e lucro, cada vez mais os direitos humanos, está sendo desvalorizado. Dito isso, é preciso investir mais, aumentando a fiscalização e criando leis mais sérias como realmente uma prisão e fechamento das empresas, e para as vitimas ações sociais e auxilios.