Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 28/04/2024
Em 1500, durante a Colonização, o trabalho escravo era o mais comercializado em todo o país, fornecendo altos lucros a seus patrões, através de uma mão-de-obra barata e explorada. No momento histórico atual, apesar das mudanças de leis e direitos, infelizmente, muitas pessoas ainda são vítimas do trabalho análogo a escravidão, enfrentando uma rotina de exploração e violência que é agravada pela falta de conhecimento da sociedade e da falta de postura do governo em relação ao tema. Portanto, é preciso discutir sobre a falta de divulgação da mídias e os canais de notícias e a negligência governamental.
De início, vale salientar a falta de divulgação da mídia, também, dos canais de notícias e como isso afeta as vítimas. Há séculos essas pessoas lutam para ganhar seu espaço na sociedade, porém são silenciadas pelo preconceito. Entretanto, a falta de abordagem sobre o tema nas plataformas digitais e nos noticiários faz com que essa situação prevaleça, proporcionando mais vítimas desse crime. Portanto, é necessário a disseminação dessas informações ao público para ressaltar a realidade e, assim, garantir uma ação que detenha qualquer responsável.
Além disso, a negligência governamental é um dos principais fatores que agrava essa questão. Segundo o site el país, juiz mostra que o Governo brasileiro fiscaliza mas não pune trabalho escravo no país. No entanto, mesmo já existindo leis que julgam essas ações, a postura do Governo continua tratando essa situação de forma fútil fazendo com que esse crime persista. Dessa forma, fica evidente a falta de postura do Estado, acarretando na violência e exploração dos brasileiros em seu próprio território.
Urge, portanto, que as problemáticas abordadas sejam revistas a fim de contornar escravo no século XXI. Portanto, cabe a mídia junto com os canais de notícias _ que tem como função compartilhar e informar o público_ através das plataformas sociais e televisivas sobre essa realidade desumana, a fim de garantir o reconhecimento da comunidade. Ademais, é basilar, que o STF_orgão que representa a instância máxima do Poder Judiciário_ garanta a realização dos diretos a favor dessas vítimas, por meio de fiscalizações rígidas nos tribunais, para que tais acontecimentos não sejam mais praticados.