Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 20/04/2020
Após a Primeira Guerra Mundial, em 1918, o vírus influenza sofreu uma mutação gênica e provocou uma pandemia que se espalhou pelo mundo. De forma análoga, recentemente no Brasil, chegou um novo vírus denominado Covid-19, originado na China, se dispersando de maneira acelerada no país. Tal situação implica em uma grande problemática pelo alto risco de contágio do coronavírus, oferecendo emergência na saúde mundial. Desse modo, a situação se agrava devido à negligência social enfrentada no Brasil.
Em primeiro lugar, é importante destacar que, como se trata de um novo vírus, quase toda a população está suscetível a infecção, e torna ainda mais preocupante, pois não há vacinas, o que reduziria grande parcela de contágios no mundo. Com isso, a Organização Mundial da Saúde (OMG) declara em janeiro de 2020 que o surto da doença constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, o que faz-se urgente o isolamento social, o que não se evidencia na realidade, colaborando para o aumento da velocidade de propagação da doença, com mortes e infectados graves e, consequentemente, da lotação no sistema de saúde.
Acresce também, a displicência do corpo social no Brasil, colocando em risco o país para um possível estado de calamidade. Segundo o filósofo São Tomás de Aquino, um problema social grave só pode ser solucionado através de ações humanas desencadeadas pela mobilização ao próximo. Contudo, temos o oposto, o isolamento social mais nos parece ficção, uma vez que a população estabelece estereótipos sobre o vírus e nega tomar medidas preventivas. Paralelamente, a mídia contribui com notícias falsas, podendo resultar em mais percas fatais.
Portanto, é necessário a intervenção a intervenção do Governo Federal para seguir os protocolos de saúde e reduzir o número de casos, por meio de verbas governamentais investidas na infraestrutura de hospitais e pesquisas científicas a fim de possíveis métodos para a cura ou vacina para a doença. Ademais, a falta de informação poderia ser erradicada por meio de palestras onlines, com membros da OMG e médicos especializados, ao falar sobre medidas preventivas e tranquilizar a população, a fim de diminuir os contágios no nosso país.