Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 14/04/2020

O isolamento social patológico no Brasil é uma medida adotada pelos governantes com a intenção de diminuir o número de infectados logo minimizando os casos e as mortes pelo vírus da COVID-19.  Mas mesmo sendo uma medida de segurança á quarentena não trás apenas beneficiosos, o distanciamento sócia também expõem as pessoas a graves consequências. A economia não é a única que sofre com a paralisação; sem a possibilidade de sair de casa muitas pessoas acabam enfrentando grandes dificuldades em situações que antes era parte do cotidiano.

Pessoas que tem necessidades de acompanhamentos, exames e consultas medicas regularmente são muito afetadas pois acabam sendo obrigadas a se expor ao vírus mesmo que contra a vontade, na maioria das vezes, pois  sem esses devidos cuidados pode acabar tendo graves danos a saúde ou até mesmo a perda da vida em muitos casos. Mas não é apenas a economia e a saúde física que pode acabar tendo dificuldades a exclusão social, o psicológico da população também pode ser gravemente afetado. A falta do famoso “estresse por tantas coisas pra fazer” e a falta das atividades do dia a dia pode afetar o emocional dos indivíduos causando estresse, depressão, ansiedade e outas doenças psiquiátricas, podendo também agravar casos já existentes, podendo levar ao suicídio; o jornal Folha de São Paulo, no dia 14 de abril, publicou uma matéria sobre os danos que a falta da modalidade social poderá gerar crianças com autismo, entre eles estava agressividade e a ansiedade. Mas em contra partida a esses problemas o medo da contaminação pode ser útil para conscientizar a sociedade sobre a necessidade da quarentena e dos cuidados básicos com a saúde e a higiene. Considerandos os pontos abordados fica claro que é preciso tomar algumas medidas para que seja resolvida a crise pandêmica sem causar danos graves a sociedade e, principalmente, aos membros mais frágeis dela.

É importante que as famílias, vizinhos e amigos estejam atentos com as necessidades físicas e psicológicas dos outros, focando em atividades que criam mais união entre os membros; jogos, rodas de conversas (virtuais e presenciais), leituras, atividades mais dinâmicas são algumas das soluções possíveis para serem feitas sem romper o distanciamento social.

Também é valido cuidar da autoestima dos afetados, fazer elogios e apontar qualidades também ajudam; reproduzir a rotina e as atividades de lazer da maneira mais tradicional possível é outra ótima forma de  evitar que o estresse se transforme em algo mais serio.

Sendo assim, quanto melhor a pessoa estiver com sigo mesma mais fácil o distanciamento social será, pois quando o psicologo estiver “saudável”  mais resistente  ele terá para enfrentar esse momento de crise pandêmica e isolamento patologia.