Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 15/04/2020

Tuberculose. Coronavírus. Cólera. Sarampo. Diversas são as doenças que geram/gera desafios, principalmente na questão do isolamento social que infelizmente não ocorre de maneira igual por conta da grande diferença socioeconômica junto a falta de empatia no Brasil vigente.

Primeiramente, cabe analisar as nítidas diferenças socioeconômicas. De acordo com o Programa das Nação Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) o Brasil, em 2017, ocupa o sétimo lugar na classificação dos países mais desiguais. Assim, as diferentes necessidades e situações causadas pelo isolamento social não se dá de forma igual a exemplo da fome, visto que muitas famílias possuem renda baixa e tem alimento para pouco período, além das contas básicas.

Ademais, a falta de empatia na atual condição intensifica os desafios do isolamento social. Segundo o filósofo francês August Comte, o termo altruísmo significa a disposição humana- individual ou não- em se dedicar aos outros. Logo, o individualismo acentuado em todas as relações humanas intensificam a quebra do isolamento já que o trabalho se faz necessário para a sobrevivência.

Depreede-se, então, a necessidade da amenização dos efeitos do isolamento social. Visando suavizar tal situação, cabe ao Ministério da Saúde e da Economia intensificar e aumentar benefícios que auxiliam as necessidades básicas do cidadão carente, junto a isso aumentar prazos de pagamento de contas- visto que são as principais preocupações da população- por meio de decretos e leis. Também cabe as ONG’s que ajudem os mais carecidos com doações à domicilio, evitando assim aglomerações.