Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 01/05/2020

Precariedades no Isolamento Social.

Com a chegada da pandemia de Covid-19 no Brasil, muitas coisas tiveram que ser adaptadas e adotas, como o “Home Office” e a educação EAD. Tendo em vista, que grande parte da população brasileira foi surpreendida por este momento em que o isolamento social é altamente aconselhado, muitas modificações inesperadas e difíceis na rotina das pessoas aconteceram, impactando na saúde mental das pessoas.

Com isso, aqueles que mais são os estudantes e profissionais das escolas e faculdades, visto que todas as atividades educacionais se tornaram EAD. Assimilando os fatos, sabe-se que muitos professores não tem grande conhecimento e habilidades tecnológicas, pois muitos se formaram quando a internet não havia se desenvolvido, criando dificuldades e estress tanto para alunos quanto para os próprios docentes.

Ademais, os jovens são os que mais sofrem com o isolamento, visto que neste momento de quarentena estão sendo orientados a ficar em casa  e sem contato físico com amigos, sabendo que a adolescência é a parte da vida em que grande parte da juventude costuma frequentar festas ou encontrar-se com seus amigos frequentemente. Assim, podem se sentir solitários e ocasionalmente abrir espaço para o surgimento de distúrbios como depressão, ansiedade e seus derivados.

Em síntese dos fatos, nota-se a necessidade de formação para os profissionais da educação lidarem melhor com a tecnologia como ferramenta educativa em tempos de pandemia e a carência de suporte psicológico para os jovens que estão sofrendo com o distanciamento social, para isso é necessário que o Ministério da Educação juntamente com outros órgãos como o SINEPE promovam workshops e palestras online para lidarem melhor com a internet. Além disso, o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Psicologia devem proporcionar consultas e atendimentos com psicólogos para quem está passando por momentos difíceis durante a quarentena.  Assim, com todas estas  atitudes tomadas, a eficiência e saúde mental da população, principalmente dos que estudam ou trabalham na área educativa, se manteria estável e haveriam menos conflitos tanto para eles mesmos quanto para o governo que depende da eficiência destes.