Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 30/04/2020
No ano de 2020, o mundo está sendo marcado por uma pandemia do coronavírus que afeta, negativamente, não somente os grupos considerados de risco, como toda a população. Dessa maneira, o isolamento - necessário para conter a disseminação do vírus - acaba tendo muitos desafios, estando ligados tanto ao lado econômico quanto o emocional das pessoas. Dentre esses desafios, destacam-se, sobretudo, a ausência de rendas que essas pessoas enfrentam e, também, problemas com ansiedade e depressão que o isolamento pode causar.
Em primeiro plano, é importante pontuar que, com o isolamento social obrigatório, pessoas que antes eram detentoras de rendas (fixas ou não) agora ficam a mercê do Estado para a sobrevivência. Tangendo-se a isso, durante a pandemia do novo coronavírus, o Brasil se posicionou de tal forma a garantir um auxílio emergencial em dinheiro para os trabalhadores que necessitam, contudo, o cenário observado cria divergências, já que na prática esse auxílio não é garantido a todos os que necessitam. Dessa forma, sem esse auxílio, a pobreza torna-se mais presente em períodos de pandemia.
Além disso, é imperativo ressaltar que outros problemas do isolamento social, como a ansiedade e até a depressão se fazem presentes nas famílias, contribuindo de forma negativa para o combate ao vírus, já que, de acordo com a medicina tradicional, problemas como esses diminuem a imunidade e podem dificultar o corpo a combater o vírus. Partindo desse pressuposto, é notório que o isolamento, além de sua principal função, que é salvar vidas, pode, ainda, causar danos irreversíveis a saúde mental das pessoas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema da falta de igualdade na distribuição do auxílio, cabendo, assim, ao Governo Federal averiguar, com mais rapidez, as pessoas aos quais necessitam desse auxílio, através do aumento de servidores que possuem essa função e, desse modo, sanando esse problema.