Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 01/05/2020

A impressão que é compartilhada nos dias atuais se trata de detectar um meio de “achatar a curva”, para evitar o colapso do sistema de saúde. O senso entre medidas de preventivas de saúde e a retomada econômica é de suma importância, de modo a evitar o regresso econômico. Entretanto, também se torna essencial o cuidado com a saúde mental do povo no decorrer da quarentena.

Nesse caso, é importante destacar a obrigação entre equilibrar saúde e economia. Desde o início do período de isolamento social, empresas diminuíram a carga horária, demitiram empregados e cortaram os salários dos que sobraram para evitar a falência. Segundo estudos realizados pelo Ceeex (Centro de Estudos Estratégicos do Exército) no começo do mês de abril, quanto mais horizontal foi o isolamento social adotado, mais cedo se dará a recuperação econômica. Com isso, a prioridade deve ser a quarentena, já que sem a prevenção por meio da higiene básica não há uma forma de haver o retorno as atividades normais.

Contudo, a saúde mental das pessoas devido ao afastamento é valido de muita atenção. Levando especialistas a avaliar os prováveis impactos do confinamento da população. No dia 26 de fevereiro, a revista “The Lancet” postou uma revisão de artigos relacionados ao tema. Na qual, examinou estudos que tinham o proposito de calcular os possíveis efeitos do atual isolamento social, com o fim de explicitar que os resultados psicológicos da não adoção de medidas preventivas, com a capacidade de contágio indiscriminada da doença, podem se tornar ainda piores. Deste modo, após o fim da quarentena, o aumento do índice de depressão social pode vir a aumentar drasticamente.

Por conseguinte, é importante que seja adotada um decreto temporário feito pelo Governo Federal para auxiliar as pessoas desempregadas ou com trabalhos informais, pagando os seus salários por cerca de 2 meses. Além disso, fazer um meio de se comunicar com aqueles que estão depressivos com o apoio do CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) procurando a melhor comunicação com as vítimas.