Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 03/05/2020
COVID-19
Atualmente observa-se que a população mundial inteira sofre com um vírus chamado COVID-19. Convém lembrar que o mesmo está causando uma enorme disseminação mundial, abalando diversas pessoas ao redor do mundo causando-lhes sofrimento e morte. A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, onde apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas e sintomáticas. Segundo o site “G1”, já são mais de 85.500 casos confirmados no Brasil, e 6.250 mortes, até o momento.
Entende-se que o vírus transmite-se de uma pessoa doente para outra por contato próximo, por meio de espirro, tosse, gotículas de saliva, Objetos e superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, dentre outros. O diagnóstico da COVID-19 é realizado em decorrência de alguns sintomas frequentes do vírus, como: falta de paladar e olfato, tosse, desconforto respiratório, febre, dor de garganta ou coriza, até o momento. Caso o paciente apresente alguns desses sintomas, o médico deverá solicitar exame laboratoriais: como o teste rápido, o de biologia molecular, o swab nasal (PCR), ou até por uma tomografia.
Pode-se mencionar que o vírus ainda é novo e está em estágio de estudos por especialistas. Ainda não existe vacina que ajudaria no combate, na redução do número de pessoas infectadas, bem como no colapso em que a saúde se encontra. Ademais, ainda não se sabe tudo sobre o coronavírus e, por isso, o mundo todo está suscetível a esse vírus atípico. Em virtude do cenário atual, convém lembrar que essa moléstia não está abalando somente a saúde, todavia também a economia do país, afinal, as pessoas mudaram a maneira como consomem produtos e serviços diariamente e, muitas delas, não tem como trabalhar e ter o seu sustento.
Logo, é clarividente que as pessoas devem seguir as medidas de segurança propostas pela Organização Mundial de Saúde, protegendo-se e tomando algumas precauções como evitar abraços, beijos e apertos de mãos, higienizar com frequência o celular e brinquedos dos filhos, não compartilhar objetos de uso pessoal como toalhas, copos, pratos e roupas, levar em conta às últimas notícias e evitar circulações desnecessárias nas ruas e, sempre que possível, ficar em casa.