Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 13/05/2020
O ano de 2020 pegou o mundo de surpresa quando o surto da doença COVID-19 começou. Espalhando-se rapidamente, um individuo é capaz de contaminar de 2,5 a 3 pessoas. Segundo a ECDC (European Centre for Disease Prevention and Control), atualmente apresenta-se 4,23 milhões de casos confirmados e 290 mil mortes no mundo, já no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, são 178 mil e 12.400, respectivamente (12/05/2020). Por isso, a medida do isolamento social foi tomada, pois dessa forma reduziria sua propagação. Entretanto, isto resultou em um infortúnio para muitas pessoas.
Apesar de ser uma forma efetiva de conter a contaminação, diversas pessoas foram prejudicadas; aumento no desemprego, cortes de salários, pessoas passando fome, etc., inúmeros problemas surgiram para a população mundial, principalmente para aquela mais pobre. A revista Uol relata o caso de um idoso de 65 anos, o José Maria, que vende sorvetes para sobreviver: “Se não morrer desse vírus, morro de fome”, na reportagem José Maria fala como a quarentena afetou suas vendas.
Além do mais, por causa do corte de salários e os novos casos de desemprego, muitas pessoas e famílias estão lutando para conseguir pagar seu aluguel e (ou) suas contas, como também ter comida em suas mesas. É a realidade de muita gente não só no Brasil, mas também no mundo inteiro, definitivamente é uma situação de “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.
Enfim, não há dúvidas que este é um momento delicado. Portanto, no meio de todo este conflito, os órgãos de poder deveriam tomar providências urgentes diante do vírus. A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou uma lista de orientações para evitar a proliferação do vírus, o Governo Federal tomou ações que deveriam aliviar um pouco a vida dos cidadãos, principalmente com o congelamento dos preços de remédios. Algo que seria interessante, é a ONU juntar-se nesta batalha, com todos seus fundos, poderiam fornecer ajuda médica para as pequenas e pobres comunidades.