Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 15/05/2020

O nosso país, assim como todos os outros, está passando por um período extremamente sensível, onde o mundo todo se encontra em uma só união para a derrota da doença, que recebe o nome de Covid-19. Tal enfermidade foi responsável pela morte de aproximadamente 302 mil pessoas ao todo, e só no Brasil, cerca de 14 mil.

Com tudo o que está ocorrendo, medidas preventivas são necessárias, como lavar as mãos frequentemente, ao tossir, usar o cotovelo para cobrir a boca, não tocar na região facial, manter certa distância segura de uma pessoa para outra, e se possível, não sair de casa, medida que ganhou mais destaque e foi a mais imposta, inclusive pelo ex Ministro da Saúde, Mandetta e o atual, Teich.

Dando mais ênfase para a última e a de mais importância precaução, o isolamento social se iniciou em 24 de março, e a partir deste dia, a mídia divulgou variadas datas em meses diferentes para fim do retiro, os quais não foram cumpridos pelo receio da área de saúde e contrariando os pensamentos e ideias do Presidente Bolsonaro.

Pode-se dizer que ao olhar dos Ministros, esta medida é necessária para evitar que a população saia de casa sem necessidade, entre em contato com diversos indivíduos, se contamine, forme aglomeração, entre outros riscos, sendo fundamental então que os estabelecimentos, assim como escolas, “abaixem suas portas” por tempo indeterminado.

Com um olhar mais amplo sobre o caso, o chamado “afastamento social” pode acarretar então diversos danos rigorosos para a sociedade, como a possibilidade de o impacto psicológico ser mais amplo e duradouro do que inicialmente se esperava, um enfraquecimento econômico da maioria dos países, aumento excessivo da taxa de desemprego, mortes causadas por fome, pois as famílias pobres ficam sem renda para abastecer suas casas, há também a falta de diversos produtos nos mercados, um acréscimo nos preços dos combustíveis e diferentes outras produções.

No fim disso tudo, não há muito o que devemos fazer, e sim respeitar a quarenta e todas as outras regras que devemos seguir, além da guerra para os direitos das classes mais inferiores, fora isso, nada a mais, apenas possuir respeito consigo mesmo, sua família, gerações próximas e antepassadas, para que tudo isso passe de uma forma mais rápida.