Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 17/05/2020
A pandemia do COVID-19 (Coronavírus Disease 2019) é algo que vem deixando as pessoas preocupadas e também preparadas, esse vírus que teve origem em Wuhan, cidade da China, se espalhou no mundo inteiro em pouco mais de 2 meses, com atualmente 4,6 milhões de infectados e 310 mil mortos no mundo inteiro, e no Brasil temos 230 mil infectados e 15 mil mortos de acordo com G1, a partir desse contexto entra as medidas de isolamento social para conter o avanço desse vírus e assim tentando voltar à normalidade o mais breve possível.
Com o isolamento social em vigor na maioria dos países, isso acaba prejudicando o modelo econômico de muitos deles, tendo que ou se adaptar ao momento atual ou acabar ignorando o isolamento por conta da frágil economia do país, que pode acabar quebrando. Um desses casos é o Brasil, atual epicentro do Coronavírus, onde o governo tenta esconder os números de infectados e tenta normalizar as tantas mortes que ocorre por dia, sabendo disso os governos estaduais ignora ao máximo o governo federal e tentam traçar meios de trazer recursos para pessoas com problemas respiratórios e construções de novos hospitais para o combate do novo coronavírus.
Uma outra discussão que essas medidas resgatam é o quanto que essas estratégias podem ser realizadas pelas pessoas em situações de vulnerabilidade social, como os moradores de rua e a população mais empobrecida, que também se constituem um grupo mais passível ao vírus e, consequentemente, aos quadros respiratórios graves dessa doença.
Portanto, medidas para manter o isolamento social deve ser tomadas, afim de manter saúde das pessoas e a diminuição de casos do coronavírus. Primeiramente o Ministério da Saúde junto com os governos estaduais e pessoas influenciadoras deve alertar e desmentir notícias falsas sobre o COVID-19 e deixar mais claro o risco de sair de casa, também avisar as pessoas frequentemente para que elas continuem a lavar a mão, passar álcool em gel, e manter saúde em primeiro lugar. Também deve-se cobrar a participação do governo federal, principalmente o presidente da república, para a liberação de verba para a construção de novos hospitais para os infectados e abrigos para as pessoas necessitadas, mantendo as regras de saúde estabelecidas da Organização Mundial da Saúde (OMS).