Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 21/05/2020

O surto de peste bubônica foi um acontecimento marcante na história do mundo. A doença rapidamente se espalhou pela Europa no século XIV, pela falta de conhecimento sobre medicina, higiene e medidas preventivas, e matou entre 75 a 200 milhões de pessoas. Divergente a isso, a pandemia de COVID-19 é menos letal e contagiosa, porém há questões que podem agravar esse quadro caso o sistema de saúde não possa assistir a todos que necessitam. Apesar dos avanços em questão da medicina e higiene, que são medidas essenciais para o combate, o isolamento social ainda apresenta falhas, que devem entendidas para a maior eficiência em casos de calamidade pandêmica.

A reportagem feita durante a pandemia de Corona-vírus, exibida pelo profissão repórter, relatou as condições em que a comunidade boliviana de São Paulo está enfrentando os impactos da pandemia. Três famílias apontaram quedas na renda mensal da família, que já era baixa, o que os motivou a continuar trabalhando, mesmo contrariando as medidas de isolamento social. Contudo, essas dificuldades não são apresentadas apenas neles, mas também em toda a população de baixa, que sentem os impactos da crise financeiramente, e gera a necessidade de continuar trabalhando para poder pagar suas necessidades básicas, mesmo que essa ação contrarie as medidas de prevenção.

Para auxiliar a população de baixa renda, o governo criou o auxílio emergencial, que consiste em um pagamento de 600 reais, que auxiliaria a quem perdeu o emprego durante a crise, pessoas com baixo salário e necessitados como pais solteiros, para que não precisassem trabalhar em tempos de pandemia, que aumenta o número de pessoas na rua. Porém, o pagamento apresenta ineficácia, e diversas pessoas relataram que não conseguiram recebê-lo. Além disso, o site criado pode não aprovar o usuário, mesmo que se adeque as restrições.

Em suma, o principal assunto a ser solucionado para o isolamento correto é o pagamento dos auxílios, que deve passar por uma reavaliação através do governo geral, e administrado pelos municípios, para que o controle seja melhor, assim aumentando a eficácia dos pagamentos para que todos os que necessitam tenham acesso a esse recurso. Dessa forma, os moradores não precisarão sair de casa para se manterem. Além disso, a redução dos custos também seria uma solução. As dívidas como contas da casa e financiamentos devem ser reduzidas proporcionalmente, a partir do governo municipal, que analisará as condições do cidadão para a redução dos custos. Assim, aliviando a população e sem deixar tantos impactos econômicos pessoais durante e após a crise, evitando que precisem trabalhar durante a mesma para pagar tais dividas.