Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 15/06/2020
O isolamento social é o ato de separar um indivíduo ou um grupo do convívio com o restante da sociedade. No caso da pandemia de coronavírus de 2020, por exemplo, os governos estão impondo quarentenas e distanciamento social, que opera por meio do fechamento de comércio, do transporte público e de escolas, por exemplo. No entanto, o isolamento social tem um lado negativo grande e que precisa ser analisado e consertado.
O isolamento social, quando imposto por uma pandemia, pode acarretar crise financeira. Quando a população para de circular nas ruas e consumir, o comércio e a prestação de serviços também param de funcionar. Isso provoca a queda extrema nas vendas e a falta de arrecadação. O Brasil, que ainda depende fortemente do comércio e da prestação de serviços, é um dos países que podem ser drasticamente afetados por um isolamento social grupal que provoque a queda no consumo.
Tal situação pode ter consequências graves para o estado mental de quem é submetido a ele. Para quem já sofre de depressão ou outras doenças, o isolamento social pode causar o agravamento da situação. Em casos extremamente graves, a depressão e outras doenças psiquiátricas, como o transtorno de ansiedade, podem levar ao suicídio.
Em suma, para solucionar os desafios do isolamento social no Brasil em casos de pandemia, é fulcral que Governo Federal, por meio de verbas públicas, implemente uma renda mínima aos trabalhadores informais e indivíduos em vulnerabilidade socioeconômica em casos de pandemia, garantindo o recebimento do benefício, para garantir a primazia do bem-estar e da saúde desses cidadãos. Além disso, cabe ao Ministério da Saúde, com a ajuda de profissionais da psicologia, divulgar cartilhas com instruções básicas que ajudem no controle emocional, ademais, deve ser criado um programa de atendimento gratuito e individualizado, que atenda através da internet e por ligações, fornecendo amplo apoio às pessoas que sofrem com problemas emocionais e não têm como pagar atendimentos particulares.