Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 15/06/2020

Em decorrência à pandemia do novo coronavírus (COVID-19), um vírus que teve sua origem em dezembro de 2019 na província chinesa de Wuhan, foi declarado pela ONU (Organizações das nações Unidas), o isolamento social, também denominado “quarentena”, que é o isolamento da população para evitar a contaminação em massa. Na situação atual do Brasil, toda a população brasileira se encontra em estado de isolamento social. Em virtude deste isolamento social, surgem inúmeras consequências como o sedentarismo, ansiedade, depressão e estresse.

Devido a este isolamento, muitos brasileiros estão começando à desenvolver indícios de sedentarismo, estresse ou depressão por ficarem em um  longo período de confinamento. Pesquisas feitas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), comprovaram que o sedentarismo aumentou, devido a pouca movimentação dos indivíduos e a monotonia da rotina. Um exemplo do fato é que conforme uma pesquisa efetivada pelo site informativo da  “UOL”, com relação ao aumento do consumo do aplicativo de entretenimento “Netflix”, os usuários da mesma, assistiram a uma média de duas horas de conteúdo por dia em 2019. Em 2020, o dado atual deparado foi que com os protocolos de distanciamento social suscitaram um aumento de consumo de 61% no streaming de vídeo.

Além da depressão e dos outros quadros a ela associados, pesquisadores da UOL, observam que a ansiedade, doença que afeta 18 milhões de brasileiros, segundo a OMS, também pode ser uma consequência desse período de isolamento. “Há o medo de ser exposto, ficar doente e morrer, assim como o de perder amigos e parentes. Como efeitos secundários há os problemas econômicos. Índices de suicídio aumentam quando a economia vai mal, as pessoas se estressam mais quando os tempos são ruins”, afirma a especialista Carol North.

Ainda assim, o isolamento social é necessário, pois enquanto efetuado, promove resultados promissores em relação a contenção e a disseminação do vírus, à vista disso, propõe-se 30 minutos diários de atividade física, logo, sanaria o problema do sedentarismo, e resolveria parte dos problemas de estresse, depressão e ansiedade. Manter a mente ocupada, com atividades como desenhar, pintar, arrumar a casa, cantar, entre várias outras ocupações benéficas, resolveriam grande parcela dos problemas de ansiedade, depressão e estresse.