Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 16/06/2020
Nesses últimos tempo, escutamos muito a frese de parentes, amigos, redes sociais e programas de televisão “Fica em Casa” que quer dizer que temos que ficar em casa nesse momento de Pandemia. Essa frase ficou famosa e ganhou bastante repercussão mas muitas pessoas não a respeitam.
Entre 16 á 23 de março de 2020, a quarentena começou a ser uma realidade para muitos estados do Brasil, as escolas, shoppings, restaurantes e entre outros serviços não essenciais no meio dessa pandemia, foram obrigados a fechar suas portas e se adaptarem com o que iria vir nos próximos meses, e mesmo com tudo fechado, o índice de isolamento social não era como deveria ser.
O isolamento social vem sendo aplicado, em todo o mundo, como uma das principais ferramentas de enfrentamento à pandemia. O isolamento tem por base restringir o trânsito de pessoas nas ruas, com o fechamento do comércio, suspensão das atividades escolares, ficando liberadas apenas a circulação estritamente necessária.
De acordo com cientistas, seria necessário um isolamento de 70% da população para que a curva epidemiológica fosse contida, diminuindo o risco de causar um colapso no sistema de saúde. Segundo Estadão, São Paulo, epicentro da doença no País, tem mantido média de isolamento na casa de 40% desde o início de abril, com alguma melhora nos finais de semana. Na sexta - feira, 12 de junho, esse índice não chegou a 37%.
Contudo, em outros países, estudos mostram que o lockdown (isolamento social mais radical já feito) é o jeito mais eficaz de vencer a pandemia. Alguns estados do Brasil utilizou esse tipo de isolamento, que obteve resultados melhores do que dos estados que não adotaram o lockdown. Se o Brasil adotar esse tipo de isolamento, talvez ele consiga vencer a quarentena mais rápido e talvez não prejudique tanto sua economia.