Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 16/06/2020
Dentre os vários assuntos que estão sendo comentados ultimamente, o principal assunto é o vírus COVID-19, e esse vírus vem causando um impacto mundial. Por se tratar de um vírus que é contaminado pelo ar, quanto menos pessoas juntas menas contaminações, então faz-se necessário o isolamento social, que causa diversos desafios na vida do povo. Assim a pandemia de coronavírus tem provocado abalos nos mercados globais e paralisado atividades econômicas no mundo todo, com impactos na produção industrial, comércio, emprego e renda; algo muito preocupantes e que deve ser solucionado. Em uma revisão rápida das evidências acerca dos impactos psicológicos da quarentena e de como reduzi-los, Brooks (2020) reuniu estudos realizados em surtos anteriores, como no da SARS, do Ebola ou no da H1N1. Foi constatado que havia uma maior prevalência de respostas emocionais negativas entre as pessoas que estiveram em quarentena. Diante desta informação, nota-se que o comportamento psicológico das pessoas também tem sido afetado nessa situação de isolamento social. A crise gerada pela pandemia de coronavírus já afetou a renda de metade dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva. Em busca de solucionar esse problema o governo criou o auxílio emergencial, onde o benefício de 600 reais são garantidos a todos os brasileiros que se enquadram nos critérios da lei. Entretanto cerca de 3,5 milhões de pessoas ainda não movimentaram os recursos disponíveis pelo Auxílio Emergencial, segundo balanço da Caixa Econômica Federal. Dessa forma, esse é mais um desafio do necessário isolamento social no Brasil, pois se a maioria do povo está sem trabalho, e está em isolamento social, como o povo conseguirá uma renda? Em vista dos fatos apresentados, nota-se que há diversos desafios do necessário isolamento social no Brasil. Para que esses problemas sejam solucionados, cabe ao Ministério da Saúde elaborar formas que faça que as pessoas assintomáticas voltem a trabalhar aos poucos, com exceção dos grupos de risco, os mesmos que também devem ter mais atenção em relação ao auxílio emergencial.