Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 27/06/2020
Com surgimento do novo vírus da covid em 2019, o mundo esta paralisado e abalado diante deste que pode ser o momento mais crítico da humanidade. O medo e a insegurança de contagio fizeram com que se decretasse estado de calamidade pública. Com isso, o isolamento social foi regra por grande parte dos países mais afetados. O colapso da pandemia afetou mais drasticamente os setores da saúde e da economia. A solução imediata do Governo Federal foi ajudar aqueles mais necessitados com um auxílio emergencial no valor de seiscentos reias.
Visto que os números de casos não diminuíram, não surgiu nenhuma vacina ou tratamento cientificamente comprovado e mesmo que existisse precisaria de aproximadamente um ano para que fosse fabricado em quantidade equivalente. A medida mais eficiente e prudente ainda é o controle da propagação dele por meio do isolamento social que vem mostrando ser eficiente para que não aumente mais os casos até que se tenha um tratamento regulamentado. O distanciamento ajuda a combater a super lotação nos hospitais brasileiros que trabalham no vermelho, sem leitos, respiradores ou remédios. Nesse momento de crise nacional e global o uso da Internet vem auxiliando muito porque com ela é possível fazer chamada de vídeo, ficar próximo de familiares e amigos, fazer consulta médico e pedir alimento.
O governo brasileiro se mostrou preocupado com a situação do povo quando votou a favor do auxílio emergencial, mas após três meses de ajuda ainda milhões de pessoas não receberam a contribuição. Uma falha no sistema levou a demora do pagamento, elas precisam desse valor para continuar vivendo já que muitos perderam seus empregos ou estão em casa como autônomos sem trabalhar. As contas básicas continuam chegando dia após dia e na maioria dos casos só acumulam por falta de dinheiro.
O Presidente Jair bolsonaro havia prometido o congelamento das contas públicas pagas pela população durante o tempo da crise e que essas seriam diluídas no próximo ano em dozes parcelas, já se passaram três meses e ainda essa promessa não se realizou.
Portanto, é de se esperar que todos continuem se empenhando ao máximo para não contrair e principalmente não contaminar o próximo caso esteje na condição de assintomático. Para isso, é preciso que o Governo Federal brasileiro promova uma campanha para conscientização da população em procurar os postos de teste rápidos para à prevenção. Assim, se espera que a coletividade vença fazendo o mais simples e que resulta no mais complexo ato de amor pelo outro a fraternidade.