Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 30/06/2020

Desde o surgimento do novo coronavírus (na China em dezembro de 2019), medidas profiláticas a essa doença vêm sendo anunciadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para conter o avanço do mesmo. Entre elas, o isolamento social pode ser caracterizado como uma das principais medidas para evitar que a doença prolifere-se, já que o índice de contaminação é extremamente alto. No entanto, o cenário visto pelos desafios do necessário isolamento social no Brasil em tempos pandemia, impede que ocorra a diminuição de casos da doença, devido não só à necessidade de algumas pessoas de irem às ruas por conta do trabalho, quanto à falta de entendimento por parte das pessoas da gravidade da doença.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de pessoas que trabalham por conta própria, comerciantes ou empregados, corresponde a mais da matade da população. Por conta disso, muitas pessoas, ao se depararem com a obrigatoriedade do isolamento social, ficaram desempregadas e desamparadas financeiramente. Como conseguinte, o índice do isolamento social diminuiu significativamente, já que esses indivíduos não têm um salário fixo e necessitam trabalhar para garantir seu sustento.

Sabe-se que a educação é a base para a formação de qualquer indivíduo. Contudo, nem todas as pessoas têm acesso a uma boa formação educacional, principalmente em se tratando de conhecimentos gerais sobre vírus e medidas profiláticas para combatê-los. Por conta disso, muitas pessoas negligenciam a importância que se deve dar à prevenção ao coronavírus, descumprindo o isolamento social e acarretando um aumento da proliferação da doença.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, o governo, por meio de leis provisórias, deve disponibilizar ajudas de custo às pessoas autônomas e às empresas. Já as instituições de ensino, por meio de campanhas solidárias de conscientização, devem anunciar a importância que as pessoas devem dar à nova doença do século, o coronavírus. Nesse contexto, o fito de tais ações é ajudar financeiramente e conscientizar as pessoas de serem prudentes ao ficarem frente à pandemia mundial em que se vive, diminuindo o número de casos no Brasil. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois conforme Gabriel O Pensador, “Na mudança do presente a gente molda o futuro”.