Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 01/07/2020
O Brasil mudou completamente após o início da pandemia, com isolamento social, muita gente ficou desempregada, estudantes não tiveram mais acesso ao estudo, empresas quebraram e ainda sim, o vírus continuou avançando. Logo, o MEC, liberou o ensino a distância (EAD) para todos os graus de ensino e o governo liberou uma verba chamada de “Auxílio Emergencial” para pessoas desempregadas.
Funcionários de diversas empresas foram demitidos, pois ficaram impossibilitados de trabalharem e muitas empresas não tiveram bom senso e não hesitaram em demitir milhares de trabalhadores por conta da pandemia e, por outro lado, muitas empresas tiveram que demitir para não acabarem quebrando e falindo. Então, para os desempregados, seja por conta da pandemia ou de antes, tiveram acesso a 3 parcelas de 600 reais fornecidas pelo governo, para ajudar a pagar as despesas e contas do mês. Porém, não é um valor muito alto, pois existem muitas famílias que se encontram desempregadas e que com 600 reais não conseguem se manter.
A vida do estudante brasileiro mudou completamente, sem acesso físico ao ambiente escolar, a maioria das escolas tentaram incluir o ensino à distância para os estudantes não perderem o ano acadêmico, o que foi uma ideia muito interessante do MEC, porém não tão eficaz, pois muita gente não tem acesso à internet ou ao meio de comunicação dessas aulas online, excluindo e impossibilitando o estudo de uma boa parte dos estudantes. E, por outro lado, nem todas as escolas conseguiram ser eficientes nas aulas online, deixando muito a desejar, fazendo com que o aluno só realizasse atividades alheias, sem uma boa base e muitos acabando sem aprender nada de fato.
O governo deve continuar com esse auxílio, pois muita gente não teve mais nenhuma fonte de renda. E o Ministério da Educação teria que urgentemente tomar medidas em relação aos estudantes sem acesso à internet, possibilitando outro meio de estudo.