Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 06/07/2020
Ficar em casa. Todos os dias escutamos de pessoas próximas, nas mídias ou redes sociais uma intensão de proteção da coletividade, resumido na frase: “Fica em casa”. No momento, ainda escutamos a frase: “Fica em casa, se puder” . Todos nós vivemos uma modificação significativa em nossas vidas. O mundo mudou drasticamente em um piscar de olhos. Um simples flertar, ou ir à escola, ou ao trabalho, práticas do dia a dia que o individuo muitas vezes não valorizava por ser comum e habitual tornaram-se objeto de conquista da maioria dos seres humanos. Não é fácil mudar quem somos, isso se “materializa” em nossos comportamentos e nossas atividades. O quê fazemos no dia a dia muitas vezes nos define. Há todo tempo quando vamos nos identificar no meio social, buscamos informar quanto aos nossos hábitos e costumes. Alguns são advogados e também surfistas, lutadores de jiu-jitsu; outros são enfermeiros e gostam de futebol e sempre estão em uma roda de samba no final do dia; Muitos são de nós são muitas coisas. E são essas coisas que nos fazem “ser”. Esse “ser” é um conjunto de atividades, ofícios, comportamento que formam a nossa persona. Essa é descrita por Carl Yung como a personalidade que o indivíduo apresenta aos outros como real, mas que, na verdade, é uma variante às vezes muito diferente da verdadeira.
O Rio Grande do Norte contabiliza 38 mortos pela Covid-19, mas o número de vítimas fatais poderia ser bem maior. Caso parte dos potiguares não estivem em isolamento social, a contagem poderia ser 63 vezes maior, contabilizando 2.200 óbitos. Os dados sobre eventuais mortes foram calculados pelo professor do Departamento de Física da UFRN, José Dias do Nascimento, por meio de modelos matemáticos. Estes dados têm como parâmetros a data de 23 de abril, levando-se em consideração o crescimento exponencial do contágio diariamente.Para evitar esse numeros de mortes o governo deve mandar policiar as ruas .