Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 09/07/2020

Em 1918, o principal agente de combate para a gripe Espanhola, foi o distanciamento social, sendo este, segundo a O.N.U (Organização das Nações Unidas), o principal fator para a redução exponencial do índice de propagação da doença. Contudo, a aplicação dessas medidas em massa, torna inviável a sobrevivência do país, e de alguns nichos populacionais, que dependem de recursos financeiros, para a sobrevivência.

Segundo o I.B.G.E (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Brasil, aproximadamente 25% da população (pouco mais de 50 milhões), vive abaixo da linha da pobreza, com cerca de R$ 420,00 per capita (por pessoa na família), sendo esta, a população mais afetada pelo isolamento social, que diminui ou até inviabiliza alguns tipos de serviços prestados, o que consequentemente, reduz a obtenção de recursos financeiros das famílias.

É dever do estado, mediante a arrecadação de impostos, a manutenção de serviços públicos, como saúde, transporte e educação. Com a implantação de medidas de isolamento, este, fica comprometido, pois há um esfriamento do mercadoria, devido a diminuição de serviços de compra e venda das empresas.

Compete ao governo, a implantação de medidas que viabilizem a subsistência das empresas, como, a concessão de serviços de crédito a longo prazo e, com baixos juros, para que os empregos sejam mantidos, e a distribuição de recursos financeiros, e alimentícios, para a população afetada.