Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 09/07/2020
Os dois lados da moeda
Apesar do mundo já ter evidenciado algumas pandemias e epidemias, uma nova se mostrou para esta geração de forma surpreendente, num momento de intensa globalização, em que os indivíduos tem pressa de chegar num destino ou em uma solução. No entanto, a população mundial necessitou de uma suspensão e esta tem se mostrado cada vez mais desafiadora, principalmente no Brasil, onde muitos estão desacostumados com as drásticas normas.
A música “Pausa” da cantora Vicka retrata um cenário comum dos brasileiros atualmente. Muitos se sentem temerosos com um futuro incerto, contudo não se preocupam com o presente que estão vivendo, visto que os números de óbitos só vem aumentando, chegando à 1.182 mortes em 24 horas, segundo o levantamento pelo consórcio de veículos do qual o noticiário UOL faz parte, ou seja, os cidadãos não estão respeitando os regulamentos propostos para contenção do vírus.
Ademais, é possível notar a falta da compreensão de vários civis que ignoram o próprio isolamento e algumas precauções como a utilização de máscaras, o distanciamento em filas e setores comerciais e o evitar aglomerações, tendo o Governo de São Paulo decretado até multa para aqueles que não estiverem com proteção facial em locais públicos.
Portanto, é perceptível que a maior parte da população nacional infelizmente já está saturada pelas medidas e além disso, a economia precisa voltar a girar, porque, apesar do momento caótico, outro desafio tem se apresentado pelo fechamento de pequenas empresas e a suscetível instabilidade financeira de muitas famílias.
Desse modo, é notório que, apesar das graves consequências, é necessário que o Governo contenha a transmissão e auxilie estabelecimentos comerciais concretamente, elaborando leis mais severas, com uma fiscalização minuciosa e respectivamente utilize uma verba maior para os empresários que estão “fechando as portas”, com o propósito de contribuir com a queda do número de casos ao mesmo tempo que ampara os comerciantes e outros que estão passando por grandes dificuldades no momento. Logo, com a verba destinada às firmas, provavelmente a desigualdade social não será tão abundante quanto esperada no final da pandemia.