Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 24/07/2020

Com o decorrente estado do mundo devido à pandemia, o Brasil tem passado por mudanças radicais em questão da adaptação dos brasileiros quanto ao isolamento social. A diminuição do fluxo de pessoas nas ruas afetou drasticamente a vida financeira de muitos habitantes, que inevitavelmente dependiam desse meio para o seu sustento. E como resultado do fechamento das escolas, grande parte dos alunos ficaram sem auxílio educacional.

É de fundamental importância que as questões financeiras de cada cidadão seja levada em conta, já que o índice de pobreza continua crescendo e por conta da pandemia, o nível de desemprego apenas se elevou. Ainda convém, lembrar a dependência desses indivíduos ao trabalho informal, que em muitos casos foi interrompido em função do isolamento social. Pode se mencionar, por exemplo, José Maria, ambulante de 65 anos entrevistado pelo site de notícias UOL, que diz não ter o privilégio de parar de trabalhar devido ás condições financeiras em que se encontra.

Em virtude do cenário atual, a escapatória para diminuir a taxa de contaminação foi o fechamento temporário de centros comercias, shoppings, parques, etc. Assim como também as escolas, que majoritariamente são públicas ou estaduais. Levando em conta o contexto educacional, as escolas deveriam providenciar os arranjos necessários para que os alunos continuem tendo aulas, mesmo que por educação a distancia (EaD). Porém, a condição financeira de grande parte das famílias é de miséria, um a cada quatro brasileiros não tem acesso á internet, diz site “AgênciaBrasil”. Ou seja, mesmo que as escolas providenciem os materiais, muitos alunos não teriam como o acessar.

Dessa forma, providências devem ser tomadas. Em face a essa realidade, o Governo Federal, deveria prover um sistema mais eficaz para distribuição do auxílio econômico, juntamente com os bancos, por meio de coligações com todas as agências bancárias, para que o auxílio possa estar acessível àqueles que necessitam, sem correrem o risco de se contaminarem devido as grandes filas de espera. E no que tange a educação, o primeiro agente deveria providenciar materiais didáticos, como livros e aulas gravadas, através da distribuição de computadores para que os alunos continuem estudando em casa.