Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 01/09/2020

Sobrevivendo no Desconhecido

O último caso de pandemia ocorreu em 1918, com a Gripe Espanhola. São mais de 100 anos entre este ocorrido e a pandemia do novo coronavírus, sendo assim, um acontecimento novo para as gerações atuais, gerando, por consequência, novos desafios do dia a dia. Todos eles provém do isolamento social.

Um dos problemas que surge em decorrência disso é o trabalho das pessoas. Muitas não têm opção de ficar em casa, necessitando sair e se expor aos riscos de contaminação, o que muitas vezes acontece, agravando, assim, a situação da pandemia. Outras perderam seus empregos, criando assim uma crise financeira e dependendo do auxílio emergencial do governo para pagar suas contas e comprar alimento para casa.

Outra das várias consequências do afastamento social é o agravamento e o surgimento de doenças mentais, como ansiedade e depressão. Devido à ausência de contato social, pessoas com esses tipos de doença podem ter seus quadros agravados, podendo levar até o suicídio (a taxa de suicídio na pandemia aumentou de acordo com uma avaliação dos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU). Já quem não tem, pode vir a desenvolver em razão do constante sentimento de solidão e medo.

Assim, para enfrentar os problemas citados anteriormente, é considerável que as pessoas que estão vivendo com o auxílio emergencial criem novas oportunidades para gerar uma renda mais suficiente para sustentar a casa. Ademais, cabe as grandes mídias divulgarem as pessoas que realizam o atendimento psicológico online gratuito, além da maior divulgação do CVV - Centro de Valorização da Vida, site que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio por ligação ou mensagem.