Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia

Enviada em 27/12/2020

Para o sociólogo contemporâneo Z. Bauman, nenhuma sociedade que esquece a arte de questionar encon tra respostas aos problemas que a afligem. Essa compreensão da conduta social é pertinente para a discussão a cerca dos  desafios do isolamento social no Brasil durante pandemias, uma vez que  a sociedade, ao negligenciar uma abordagem  crítica a esse respeito, sofre  reflexos de grandes proporções. Nesse cenário, é imperativo o desenvolvimento de uma abordagem que priorize duas vertentes argumentativas: privilegiar o isolamento social  em relação ao crescimento econômico, bem como a falta de cooperação da população em obedecer o isolamento.

De ínicio, é um desafio equilibrar  o isolamento social e atividades econômicas. Isso merece ser avaliado  por perspectivas mais críticas  na atualidade  em prol de não fadar ao olhar cultural  de desprestígio. Assim, ao compactuar com o pensamento de Bauman, observa-se  que o não questionamento  dos valores culturais distorcidos  sobre priorizar profilaxia  em relação à economia corrobora para agravamento da contaminação e de mortes. Acerca desse contexto,  verificam-se motivações  que perpassam  a conduta social, em que se destacam permitir que motivações econômicas sejam mais importantes do que a vida humana. Logo, ignorar  o envolvimento  coletivo  para a  solução  de problemas  sociais  é negligenciar  a perpectiva reflexiva  do sociólogo polonês.

Outrossim, a falta de cooperação da população em relação a prevenção é um desafio e configura mais uma visão  a ser considerada nessa discussão, pois, em muitas cidades do país, muitas pessoas não estão obedecendo a recomendação de isolar-se. Por exemplo, em grandes capitais, como  Rio de Janeiro, apenas 46% da população  aderem a essa prevenção, de acordo com pesquisas publicadas na revista Istoé, onde o recomendado é 70% pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Compreender essa assertiva é validar  o pensamento da socióloga Hanna Arendt ao defender o direito  à dignidade  é princípio  balizador da cidadania, já que um indivíduo que não cumprir o isolamento também não estará exercendo o seu papel como cidadão. Assim, vê-se que é os desafios necessário encontrados no isolamento social depende de uma sociedade  atuante.

Depreende-se, portanto, a indispensabilidade  de medidas  transformadoras  na mediação  dos conflitos  concernentes  à questão. Para tanto, o governo federal - na representação específica do ministério da saúde - deve difundir discussões acerda da necessidade do isolamento social, por meio propagandas midíaticas, cartilhas e pesquisas.Tal ideia estaria destinada ao fito  de estimular a conscientização e prevenção. Logo,  a aplicação  de medidas  nessa perspectiva  será capaz  de apontar  melhores vivências relacionado desafios enfretadas no isolamento social

De início,

Outrossim,

Depreende-se, portanto,