Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 13/01/2021
É notável que o mundo inteiro parou frente a essa pandemia global. Pessoas saíram de seus trabalhos e trouxeram para suas casas, adolescentes pararam de frequentar as escolas, tudo realmente mudou! Com o isolamento obrigatório, tudo teve de ser modificado, o novo modo de convivência com os outros e consigo mesmo, são questões consideráveis.
Como impressiona, em menos de um ano, aderimos ao “novo normal”, mudamos nossa forma de comunicar, começamos então, a depender do sinal de internet para estarmos disponíveis e, com isso, a distância das pessoas que mais amamos também aumentou, já não há mais contato físico, não há saudações com abraços, apertos de mão ou sorrisos de cumprimento. Essas dificuldades surgiram e trouxeram para a população menos empatia, menos conhecimento do próximo e até esquecimento dos que realmente importam. As famílias agora convivem mais, mas nem todas estavam preparadas para essa convivência, pois as aumentaram, a violência domiciliar também, e infelizmente, algumas acabaram em morte. Somente no primeiro semestre do ano passado, foi-se registrado 648 casos de feminicídio, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Com tantas mudanças, o indivíduo também sofre num cenário onde o mundo normal é uma fuga do próprio eu, fuga da solidão. Algumas pessoas não estavam acostumadas a conviverem com elas mesmas, estarem tanto tempo sozinhas. Muitas, então, buscaram alternativas de entretenimento, até mesmo um novo hobbie. Entretanto, outras não suportaram a pressão do isolamento. Durante a pandemia desse vírus novo, estima-se que muitos desenvolveram a depressão e transtornos de ansiedade e, em decorrência disso, houve e haverá um número grande de suicídios, segundo especialistas da área de prevenção ao suicídio.
Diante do exposto, apesar dessa situação prevenir a morte de muitas pessoas e, levando em consideração essas questões, é imprescindível a atenção à família como um todo e à pessoa, através de um programa de assistência social oferecido pelo Ministério da Cidadania. Como também, a disponibilização do acesso ao tratamento psicológico e psiquiátrico, com um programa especializado em saúde mental para jovens e adultos, sendo este, implantado pelo Ministério da Saúde. através de um programa de assistência social oferecido pelo Ministério da Cidadania. Como também, a disponibilização do acesso ao tratamento psicológico e psiquiátrico, com um programa especializado em saúde mental para jovens e adultos, sendo este, implantado pelo Ministério da Saúde. através de um programa de assistência social oferecido pelo Ministério da Cidadania. Como também, a disponibilização do acesso ao tratamento psicológico e psiquiátrico, com um programa especializado em saúde mental para jovens e adultos, sendo este, implantado pelo Ministério da Saúde.