Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia
Enviada em 19/11/2021
Durante o período da idade média, grande parte dos habitantes da europa tiveram que ser confinados em suas casas pelo alto índice de contágio da peste bubônica. Análogo a isso, a emergência gerada pela Covid-19 também exige o isolamento social afim de reduzir o agravamento da pandemia. Entretanto, fica claro a dificuldade de convencer a população a adotar a prática da quarentena visto a situação de colapso econômico que o Brasil enfrenta, além do desencorajamento do governo federal acerca do assunto.
Primeiramente, o capitalismo provou que o mercado de trabalho possuí poder o suficiente para movimentar a mundo inteiro. Em contra partida, por ser um país subdesenvolvido, a desigualdade se mantém presente no cotidiano dos brasileiros trazendo um sentimento de insegurança e descrença. Sabendo disso, muitos indivíduos protestaram contra o isolamento social afirmando a necessidade de trabalhar para adquirir o próprio sustento e os riscos econômicos para o país decorrente de uma paralisação generalizada dos comércios e atividades derivadas.
Outrossim, novamente na conhecida ‘‘idade das trevas’’, os conhecidos como ‘‘curandeiros’’ ou ‘‘bruxos’’ eram pessoas que pesquisavam como curar determinadas doenças da época sem depenter únicamente da fé imposta pelos reis, mas que inevitavelmente eram silenciados e rejeitados. Consoante a isso, um dos maiores agravantes da não aceitação pacífica sobre a prática da quarentena, foi o desencorajamento do presidente da república e seus apoiadores, que semelhante ao que ocorreu no passado insistem no errôneo negacionismo, neste caso em especial, sobre as decisões de segurança e contenção da doença da OMS (Organização Mundial de Saúde).
Destarte, faz-se mister ações para resolver o impasse. Logo, o Ministério da Economia deve proporcionar aos indivíduos da sociedade brasileira a devida segurança monetária refererente ao período osioso por meio de um projeto que analisa a situação de cada família e a espécie de trabalho (excluindo do auxílio aqueles cidadãos que tem a possíbilidade de trabalhar no formato ‘‘home-office’’), fornecendo uma quantia mínima de 50% de um salário mínimo (por volta de 550 reais) com o objetivo de promover a ajuda necessária para enfrentar a calamidade pública vivida durante a pandemia do vírus. Além disso, o Ministéria da Saúde em conjunto do Ministério das Comunicações, deve promover a divulgação das reais informaçõs ao público, desmistificando as ‘‘Fake News’’ disseminadas por questões políticas.