Os desafios dos professores em tempos de quarentena

Enviada em 19/08/2020

A biologia nos mostra em Darwin que nem sempre o mais forte sobrevive, mas aquele capaz de se adaptar às novas circunstâncias. Nesse sentido, a pandemia mudou a vida de todas as pessoas no mundo, e a população teve de se habituar a essa situação. Contudo, os professores enfrentam problemas desafiadores para ministrar aulas na quarentena, como analfabetismo tecnológico e a dificuldade em despertar o interesse dos alunos. Com efeito, evidencia-se a necessidade de combater esses desafios.

Primordialmente, é importante destacar que assim como a  tecnologia cresce e se atualiza, a desigualdade também se eleva exacerbadamente, afinal, não são todos os professores que são alfabetizados nos meios de comunicação, como consequência da idade e pelo costume de utilizar métodos tradicionais de ensino presencial. A terceira lei de Newton sugere que, para toda ação, existe uma reação. Dessa forma, é necessário resolver esse problema como ação para que os professores não sejam excluídos virtualmente como reação.

Ademais, não é compensatório que professores tenham acesso às aulas online, se ele não consegue despertar o interesse de seus alunos em aprender, mas somente em atribuir a presença e se preocupar em ministrar todo o conteúdo letivo. A lei da Inércia estabelece que, um corpo tende a permanecer  em movimento até que uma força suficiente atue sobre ele e mude seu percurso. Sendo assim, resolver tal problemática é imprescindível para que as aulas ministradas sejam produtivas e sigam um percurso de aprendizado.

Portanto, o MEC(Ministério da Educação) deve promover treinamento aos professores nas escolas  seguindo todos os métodos de segurança e distanciamento social, para que mostrem o passo a passo na ambientação em EAD(Ensino à Distância) e aprendam a manusear as plataformas de ensino. Além disso, os professores devem utilizar da criatividade e da dinâmica como quebra cabeças, ilustrações etc; para atrair a atenção dos alunos nas aulas e os fazerem  querer estar lá para aprender e não por obrigação. Por fim, os professores irão solucionar esses problemas, e a população será capaz de se adaptar a essas novas circunstâncias.