Os desafios dos professores em tempos de quarentena
Enviada em 31/10/2020
É de conhecimento geral que o isolamento social impulsionou o aumento dos casos de violência doméstica. Possuem diversos fatores que contribuem para essa prática, cabendo citar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o machismo ocasionado por um membro familiar.
A adoção das medidas de exílio social, recomendadas por governos municipais e estaduais para combater a disseminação do vírus, ocasionou o agravamento da violência. Isso é verificável, sobretudo, nos casos em que os agressores são homens que fazem suas mulheres vítimas, por achar que elas estão em desvantagem, ou até mesmo por estarem fora de si como, por exemplo, o consumo em excesso de bebidas alcoólicas. Estas agressões podem ser físicas, psicológicas, patrimonial e/ou emocional que um membro da família pode sofrer, ocasionando diversos danos psicológicos.
Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro(TJRJ), houve aumento de mais de 50% no número de denúncias de violência doméstica desde o início da quarentena, em março. Por esse motivo, o índice continua estendendo em grandes números no decorrer dos meses, acarretando também mortes e agravamento físico e psicológico das vítimas. Alguns acontecimentos como discussões sobre determinado assunto pode acarretar o estresse e, desse modo, a agressão.
Portanto, a observação é de extrema importância para a prevenção. Atitudes violentas, agressão verbal já é considerada um período de alerta para a vítima. Levando em consideração esses aspectos, a denúncia é a melhor opção sobre o caso, seja por pessoas próximas ou para ajudas extremas que são capazes de evitar determinada violência.