Os desafios dos professores em tempos de quarentena

Enviada em 15/01/2021

O livro “Pandemias” de Stefan Cunha, retrata uma premonição utópica, em que a sociedade enfretaria um vírus que afetaria notavelmente as relações socias no âmbito mundial. Paralelamente, a educação brasileira foi drasticamente sensibilizada pelo coronavírus, visto que o ensino tradicional não é mais opção. Diante disso, é possível mencionar que as escolas públicas não estavam preparadas tecnologicamente para o distanciamento social, dado que a maioria dos locais de ensino coletivo encontra-se em precaridade. Dessa forma, a falta de preparo dos profissionais na área da educação, juntamente a disparidade tecnológica,corroboram para o aumento da discrepância educacional no país.     Primeiramente,  a falta de preparo dos profissionais na área da educação é um dos impasses que tem confrontado a educação hodiernamente. Dessarte, observa-se que o método convencional em tempo de pandemia se torna obsoleto, devido o isolamento social. Nessa perspectiva, se faz necessário o desenvolvimento de planos que visa suplir as novas exigências concernete à educação. Nesse viés, o educador é o meio primordial para manuntenção da educação brasileira. Sendo assim, é esclarecedor aludir que, de fato o ensino a distância é um desafio para os professores, porquanto, é preciso aplicar um método que englobe a especividade de cada estudante. Nessa concepção, cosoante o pensador Mandela, “a educação é a única ferramenta capaz de mudar o mundo.“Dado exposto, mediante a educação é exequível evoluir em meio a diversidades propiciada pelo covid-19.

Ademais,  em meio a crise proporcionada pelas medidas de prevenção do covid-19, a desingualdade tecnológica fica em evidência.Destarte, em consonância com o filósofo Pierre, toda nova tecnologia gera seus excluidos. Em virtude disso, há estudantes que no ano de 2020, não teve acesso às aulas, devido à falta da conexão a internet. Desse modo, segundo  o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic) estima que 30% dos lares brasileiros não têm acesso à internet e que 40% dos estudantes de escolas públicas não têm computadores ou tablets.  Dado descrito, é fundamental que o Estado providencie medidas, para reverter esse cenário ultrajante.

Portanto, o despreparo profissional, em conjunto a disparidade tecnológica, contribuim para o agravamento de problemas sociais em meio a pandemia. Dessa maneira, é essencial que o Ministerio da Educação crie projetos, por intermédio de cursos complementares gratuitos, a fim de capacitar a classe educadora, de modo que os professores tenham o devido auxílio atinente a modalidade de ensino a distância. Logo, é imprescindível que o Estado execute planos, mediante  programa sociais, com intuito de atenuar a discrepância tecnológica e educacional. Por fim, como no livro “Pandemia,” por meio de planos bem elaborados é possível superar os estragos ocasionados pela coronavírus.