Os desafios dos professores em tempos de quarentena
Enviada em 05/11/2021
Na obra “O Príncipe”, do filósofo Nicolau Maquiavel, é postulada a ideia de que os governantes devem agir de modo a garantir o bem universal. Entretanto, ao se analisar a conjuntura brasileira, contata-se uma realidade distinta da premissa supracitada, pois o governo é negligente quanto aos desafios dos professores em tempos de quarentena na sociedade brasileira. Isso se dá, principalmente, pela inexistência desse assunto nas redes de comunicações atuais e pela ausência de ações estatais para o combate ao problema.
A princípio, vale ressaltar que a falta de importância que esse caso tem para a sociedade é um dos fatores que causam o crescimento de tal temática. Nesse sentido, segundo o filósofo Confúcio, não corrigir as falhas feitas é o mesmo que cometer novos erros. Sob essa visão, é possível afirmar que se encontra uma falha no sistema brasileiro, por não inserir projetos sociais nas comunidades em emissoras de televisão e rádios, e mostrar que esse tópico é importante para estabelecer uma relação harmônica entre os indivíduos, por isso, deve ser debatido.
Outrossim, é necessário apresentar que a ausência de ações vindas do Estado é um problema bastante relevante para tal tema. De acordo com o escritor Oscar Wilde, o Estado deve fazer o que é útil para o bem da sociedade. Em vista de tal citação, fica evidente que o Estado não cumpre com o seu papel, na qual a trama não se encontra no respaldo político necessário para ser solucionado, o que dificulta a resolução do problema, percebe-se então uma lacuna, explicitada pela falta de uma legislação adequada, então, é necessário tomar as providências cabíveis.
Portanto, medidas devem ser tomadas para o combate aos desafios dos professores na quarentena no Brasil. Logo, é preciso que o Estado, em conjunto com o Ministério da Comunicação, insira na sociedade rodas de debates e campanhas publicitárias televisivas para a população, por meio de projetos públicos, já que propagandas e palestras educativas podem mostrar as realidades vividas e conscientizar os habitantes de que esse problema é importante e precisa ser mais valorizado. Desse modo, haverá uma melhoria no problema de modo coletivo e não para apenas uma parte da população, e a ideia que é retratada no cenário de “O Príncipe” irá se reproduzir na realidade brasileira.