Os desafios enfrentados pelos catadores de materiais recicláveis no Brasil

Enviada em 20/10/2021

A Constituição Federal de 1988 afirma: o cidadão possui direitos básicos, a exemplo de um meio ambiente sadio. Entretanto - é visto que o desenvolvimento sustentável, prática de extrema importância, não ocorre no Brasil, o que proporciona impactos ambientais e extinção de espécies - com isso, o direito Constitucional é negado. Dessa maneira, em razão do pensamento histórico enraizado e da negligência estatal, emerge um problema complexo.

A priori, deve-se ressaltar o pensamento retrógrado em relação ao desmatamento, já que desde os tempos coloniais do país, há a exploração exacerbada dos recursos naturais. Segundo Amartya Sen, os serviços básicos são essenciais para o progresso da sociedade. Dessa maneira, a legitimação de um meio ambiente sadio, por meio do desenvolvimento sustentável, é de extrema importância para o progresso da sociedade, visto que a população está em risco com as consequências do desmatamento, a exemplo de mudanças climáticas.

Além disso, observa-se a falta de atuação das autoridades, já que o desenvolvimento sustentável não é posto em prática. Isso comprova-se pela classificação dos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado como hotspots. Sob essa ótica, vê-se a importância da utilização adequada do meio ambiente, por meio da preservação de áreas afetadas desde o período colonial e somente a exploração necessária dos recursos naturais, sem que apenas o lucro seja visado. Desse modo, a sobrevivência do homem não será posta em risco.

Infere-se, portanto, que o desenvolvimento sustentável é de extrema importância na sociedade. Sendo assim, cabe ao Estado, detentor máximo da preservação do meio ambiente, proporcionar que a utilização adequada do meio ambiente seja posta em prática, por meio de maiores fiscalizações em áreas florestais e na agricultura, a fim de garantir que a sociedade não sofra consequências do desmatamento e não seja colocada em risco.