Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 02/08/2020
Torna-se mais evidente no contexto brasileiro, uma busca por melhorias referentes aos desafios que a sociedade atual vem enfrentando para combater a ansiedade. Dessa forma, esse impasse vem desde a algum tempo e o Brasil é o país considerado mais ansioso do mundo, segundo a OMS ( Organização Mundial de Saúde ). Nesse contexto, existem vários fatores que contribui para a dificuldade ao combate desse problema, destacando- se a solidão e o bullying.
Em primeira instância, cabe analisar que estudos realizados pela Universidade de Tecnologia Swinburne, na Austrália indicou a solidão como um dos causadores de problemas á saúde mental. Diante disso, o isolamento pode trazer ansiedade e transtornos com a depressão e paranoia, com isso, as relações familiares e vínculos amorosos estão diretamente ligados nesse quesito, pois quando há fonte de preocupação pode trazer problemas, como por exemplo cuidados afetivos com membros da família por medo de acontecer algo de ruim, convívio por questões financeiras e relacionamentos afetivos são grandes destaques. Segundo o mesmo estudo realizado com perguntas sobre o tema mais de 80% das pessoas afirmaram um elevado grau de estresse e ansiedade relacionado aos parentes e as relações amorosas 66% afirmaram que o convivo gera um grau médio de ansiedade, seja por imaturidade do adolescente ou por conviver em uma sociedade machista.
Outrossim, vales destacar o bullying com maior fenômeno de complexidade, que 66% de pessoas afirmaram ter sofrido algum tipo de intimidação na infância e na adolescência através de colegas da escola, por está ligada a aparência física ou desempenho acadêmico. Dessa maneira, a prática de opressão encontra-se conectada no desenvolvimento do transtorno da ansiedade, que a incidência é entre mulheres e pessoas com menos de 25 anos. Além disso, agressões físicas e verbais são muito grave principalmente na adolescência, pois é um momento de muitas mudanças física e biológicas tornando-se intensas, provocando alterações no comportamento com instabilidade emocional, agressividade e rebeldia.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É imprescindível que o Estado realize políticas públicas que estabeleça programas com o apoio da sociedade, realizando oficinas que ofereçam as pessoas conhecimentos e ajuda aqueles que sofrem de algum transtorno, seria necessário a visita domiciliar de profissionais não só de saúde como também a busca por ajuda a neuropsicólogo, psicólogos e terapeutas para oferecer um melhor desemprenho com uma qualidade de vida ainda melhor ao indivíduo. Ademais, também é importante a presença dos pais ou responsáveis pelo jovem para verificar como vai as relações com outras pessoas evitando qualquer transtorno emocional.