Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 13/06/2020
Doença do século XXI
É notório que a ansiedade na sociedade contemporânea traz divergências de opiniões, principalmente, em relação ao que se trata da causa dessas doenças e ao preconceito em relação ao tratamento dessas doenças psicológicas.
Cabe mencionar, que na atualidade existem possíveis exercedores de pressão sobre a mente humana que podem ser a causa dessas doenças como: o uso de smartphones, as redes sociais, o excesso de informações geralmente. Segundo dados da OMS, cerca de 9,3% da população convive com o transtorno de ansiedade. Sem dúvidas a alta instabilidade no político, crise económica e desemprego impactam diretamente nesses dados.
Por oportuno, merece ênfase o preconceito e ate os mitos relacionados ao tratamento dessas doenças, como: ficar viciado, bobo, impotente, engordar. Como afirma Neury Botega, psiquiatra da UEC, “há 30 anos os médicos dispunham de recursos inadequados para tratar a ansiedade ou usávamos drogas bem pesadas e remédios tarja preta. Por isso, nós vimos várias tias, avós, viciadas em remédios.”. Hoje, para tratá-la, na maioria das vezes usam-se medicamentos que aumentam a atividade neurotransmissora desse modo diminuindo a chance de efeitos colaterais. A frente dos argumentos anteriormente apresentados, conclui-se que às doenças psicológicas são as doenças do século XXI, de modo que o excesso de informações encaminha para isso. Dito isso, governos e até as próprias redes sociais poderiam começar a fazer campanhas online para o uso moderado do celular e para a normalização das vítimas das doenças psicologicas, para que desse modo, as pessoas não tenham vergonha de procurar ajuda com medo de serem taxados de “doidos” pela sociedade.