Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 21/07/2020
Durante a Revolução Industrial, 1820 e 1840, na Inglaterra, o mundo entrou em colapso de produção, onde os trabalhadores eram obrigados a trabalhar em ritmo frenético sem descanso o que causa prejuízos para a saúde mental. À luz disso, a cultura do imediatismo acaba por desenvolver desafios de combate a ansiedade na contemporaneidade que vem em crescente gradativa no Brasil. São fatores que dificultam o combate da ansiedade a falta de medidas públicas, bem como, a cultura imediatista social.
A priori, é necessário ressaltar que o estado é responsável pela saúde dos cidadãos, direito garantido a todo cidadão, na constituição de 1988. Nesse contexto, medidas publicas são necessárias para o cumprimento desse direito, segundo a OMS, o Brasil se classifica como o país mais ansioso do mundo. Dessa forma, ao reter o individuo do tratamento psicoterapêutico adequado priva-se do seu direito adquirido historicamente, como apresentado no filme ‘‘Coringa’’, onde o mesmo é privado pelo estado de seu tratamento. Desse modo, é imperativo reformular a postura estatal urgente.
Além disso, faz-se mister destacar que com o passar do tempo as relações se tornaram mais líquidas e imediatas, como dizia Zygament Bauman, foi permanecendo de modelo estrutural. Nesse contexto, o indivíduo vem vivendo de maneira frenética e sem pausas, prejudicando sua saúde. Diante disso, regionais dia que uma sociedade saudável deve ser capaz de reconhecer suas enfermidades sociais e saradas. Desse modo a sociedade precisa reconhecer que seu nível de imediatismo aumenta ansiedade e esse ciclo deve ser quebrado na contemporaneidade
Portanto, medidas são necessárias para ressolver o impasse. Nesse viés cabe ao ministério da saúde junto ao governo criar medidas de investimentos diretos em saúde mental para todos os cidadãos por meio de um projeto de lei a ser entregue a Câmera do Deputados. Nela deve constar que todo individuo deve ter acesso a tratamentos psicoterapêuticos e deve haver na escola projetos de cuidados para os alunos, com fito de democratizar o acesso a terapia e diminuir os impasses de tratamentos para com isso diminuir a ansiedade nos jovens e adultos. Com tais implementações o problema poderá ser uma mazela passada na história.