Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 22/06/2020
Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação. Então, a princípio; uma frequente inquietação, com intensidade, é chamada de crise de ansiedade que enquadra vários tipos como o Transtorno de Pânico, Fobia Específica, Fobia Social, Transtorno de Ansiedade Generalizada e etc. No entanto; mesmo que os tratamentos sejam eficazes, o número de casos dessa doença está crescendo no Brasil. Ademais, pode-se dizer que os fatores principais são os vícios e a violência.
Em primeiro lugar; é importante lembrar que a humanidade vive a Era Digital e por isso a tecnologia faz parte da vida de muitas pessoas e, ás vezes, até demais. Segundo o relatório Digital 2019; a população brasileira permanece, em média, 9 horas e 29 minutos do seu dia no celular. Entretanto; o médico cooperado da Unimed Santos e psicólogo, Roberto Debski, explica que “como tudo que é excessivo, o uso da internet e das redes sociais pode gerar ansiedade”. Ou seja; o vício produz ansiedade que, sentida com frequência e intensamente, representa perigo a saúde emocional do indivíduo.
Em segundo lugar, vale destacar que; como disse o psiquiatra marroquino Driss Moussaoui, “a violência instiga sentimentos de medo e insegurança nas pessoas”, sendo assim, elas acabam ficando nervosas. Conforme dados retirados do jornal G1; no primeiro bimestre de 2020 a violência aumentou 11,7% no Brasil - em comparação com o primeiro bimestre de 2019. Somado a isso; a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou que 9,3% dos brasileiro convivem com o transtorno de ansiedade. Em resumo; podemos afirmar que a agressão tem influência sobre a saúde mental do ser humano.
Em suma; com o objetivo de diminuir os casos de qualquer tipo de crise ansiedade, a população municipal pode, por meio de petições públicas, exigir a segurança que a elas foi garantida pelo Artigo 22° dos Direitos Humanos. Além disso; as pessoas devem se policiar com relação aos vícios, mas, associado aos menores de idade, devem ser monitorados por seus responsáveis legais. Dessa maneira; o Brasil não será o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo inteiro.