Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 28/07/2020
A ansiedade é uma doença ligada ao piscológico e se trata de um problema decorrente desde o passado, mas muito comum atualmente. Analisando, por exemplo, o quadro pandêmico em que nos encontramos hoje, podemos perceber que tal enfermidade merece ser tratada de forma mais organizada pelo Estado. Nesse sentido, convêm analisarmos as principais causas, consequências e possível medida preventiva.
Primeiramente, pode-se compreender que o fato de pessoas permanecerem em isolamento social, afim de combater esse surto, tem como principal efeito alarmante, a ansiedade. Estima-se que 9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade conforme levantamento da OMS. Por isso, é inadmissível o descaso perante tal situação, visto que, segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é assegurado a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social e à saúde.
Segundamente, entende-se que os efeitos da ansiedade, não só estão diretamente relacionados ao corpo, como dor de cabeça, tensões, insônia, entre outros, mas também a mente, e se evidencia na dificuldade de tomar decisões, inquietudes, tendências ao pessimismo e etc. Dessa forma, é extremamente prejudicial e inaceitável que os orgãos da saúde estejam em déficit de um tratamento adequado ao portador dessa doença.
Portanto, afim de que os direitos não se apresente somente na teoria, mas se tornem medida prática, é necessário uma ação mais estruturada do Estado. Assim, o Ministério da Saúde deve criar estratégias, juntamente com a mídia, por meio de palestras, vídeos e panfletagens, informando a população sobre as causas, consequências e a importancia do tratamento para o portante. Espera-se, com isso, uma melhoria no ambiente familiar, no local de trabalho, nas relações sociais e por fim, a diminuição no percentual dos brasileiros providos de algum transtorno de ansiedade.