Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 15/07/2020

De acordo com a Constituição Federal do Brasil, é dever do Governo assegurar à atual e as futuras gerações a necessária disponibilidade de uma boa estrutura médica aos cidadãos brasileiros. Entretanto, o não cumprimento dessa lei é evidente, uma vez que o excesso de informações e o aumento do “bullying” no corpo social deixam a desejar. Com base nesses dados, é ingênuo acreditar que o combate à ansiedade na contemporaneidade não vem sendo negligenciada pelo Governo ao longo dos anos.

Sendo assim, é indubitável que a questão dos desafios no combate à ansiedade e sua aplicação estejam entre os fatores que atenuam o problema. Nesse contexto, é importante enfatizar, que o Governo não vem levando isso a sério, dessa forma, sendo negligente com a população brasileira. Nesse espectro, é válido analisar que o desconhecimento acerca da maioria da nação sofrer com o excesso de informações distribuído pela mídia influi em comportamentos inadequados contra os brasileiros. Segundo o filósofo grego pré-socrático Heráclito, “Nada é permanente, salvo a mudança”.

À luz disso, um estudo recente publicado no jornal científico “Molecular Psychiatry” revela que a prática de “bullying” está diretamente relacionada ao desenvolvimento de Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Estudos anteriores só confirmam que agressões verbais e físicas podem ser gatilhos para se desenvolver problemas psicológicos como depressão, ansiedade. Desse jeito, a sociedade se faz plenamente responsável pela situação atual de tal problemática. À vista disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou que o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtorno de ansiedade no mundo inteiro, sendo 9,3% da população com esse distúrbio mental.

Destarte, fica evidente a tribulação dos desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea no Brasil. Tornando, assim, indubitável a importância do Governo Federal, mediante o Ministério da Saúde, formarem novas maneiras para que todos estejam integrados à um plano de saúde para, assim, poder ter uma qualidade de vida adequada, aperfeiçoando as leis para que não haja a exclusão de classes sociais, garantindo assim, dessa forma, uma utilização que, de fato, integra os indivíduos e promove a plena construção de conhecimentos. Dessa maneira, cabe à mídia o papel de promover campanhas publicitárias e debates em horários nobres com informações sobre tal problemática, fomentando a relevância de se haver uma condição adequada de saúde no país. Sob essa perspectiva, a fim de que esse conjunto de questões de cunho social e governamental sejam cada vez menos recorrentes na sociedade brasileira, visto que garantir a segurança e o bem-estar da população é garantir a ordem e o progresso.