Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 20/06/2020
No período pré-industralização, a sociedade era feudal, e os trabalhos eram no setor pecuário, com uma agricultura voltada ao consumo,sem exigências ou cobranças excessivas, ou seja as relações socias e pessoais eram amenas. Entretanto,com a Revolução Industrial e a busca por um trabalho assalariado, trouxe à tona preocupações, os quais antes não eram exigidas. Dessa forma,o psiquíco do indivíduo passou a se tornar mais acelerado e volátil, surgindo uma nova doença mental, que aflinge milhões de pessoas, por contraste, a revelância desse problema não é observada, o qual passa-se despercebida pelas instituições sociais, corroborando para o avanço desse mal do século, a ansiedade.
A príncipio é válido discorrer que vivencia-se uma sociedade de excessos, seja de informações,cobranças,tarefas, que impactam a saúde mental de qualquer indíviduo, não selecionando a idade, o sexo e a profissão. Um exemplo do mesmo,é o massacre na escola estadual em Suzano, o qual psiquiatras identificaram,cerca de 80% dos alunos, possuem algum transtorno mental ligado a ansiedade,porém não recebem tratamentos- Jornal Brasil- El Pais. Nesse viés fica mais evidente, que as instituições socias, como a escola, os pais não problematizam essa doença, o qual apenas se propagará e complicará na vida dos discentes.
Ademais, a Sindrome do Pensamento Acelerado descoberta pelo psiquiatra Augusto Cury, debatida no livro ’’ Ansiedade: como enfrentar o mal do século’’, traz que além da sociedade negligenciar essa doença,os indivíduos que sofrem da mesma, muitas vezes não percebem. Isto, porque desde a infância até a velhice,são ensinados o conhecimento cientifíco, como Ciências, Matemática, poém desconhecem o controle e a comprensão psíquica de si mesmo. Nessa perspectiva,há o surgimento de adultos com diversos diplomas técnicos, entretanto com uma inteligência emocional escassa, afetando sua saúde fisíca, mental e social.
Em suma, para atenuar essa problemátcia medidas emergentes devem ser tomadas. Nesse princípio, o Ministério da Educação deve implementar nas escolas públicas e privadas uma disciplina que conte com psicopedagogos para conversarem com os alunos sobre os diversos transtornos psíquico emocionais, ensinando-lhes como identificar, cuidar, e quando procurar ajuda de um especialista, promovendo um auto-conhecimento que beneficiaram os alunos a curto,médio e longo prazo. Pois, apenas com a informação, poderá desenvolver adultos que olhem para esssa doença com toda seriedade que é necessário, não relativizando doenças mentais em dentrimento de doenças fisícas, pois ambos são problemas que devem ter o suporte de médicos quando preciso.