Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 29/07/2020
Na conjuntura da nação, a Constituição Federal, promulgada em 1988, estabeleceu a saúde como um de se seus preceitos fundamentais, no entanto o seu exercício não é pleno. Nessa perspectiva, é preciso fomentar caminhos para combater à ansiedade na sociedade contemporânea, pois as suas consequências são graves. Além disso, a ineficiência das políticas públicas é um fator agravante dessa problemática.
Em primeira análise, deve-se considerar que o cotidiano desgastante prejudica o bem-estar das pessoas. Baseado nisso, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman em sua obra “Babel”, vaticinou que nada parece estar mais em seu lugar no mundo e evidência os danos ocasionados por essa era de incertezas. Mediante o exposto, é perceptível que as doenças emocionais são decorrentes dos tempos difíceis em que estamos vivendo.
Em segunda análise, vale ressaltar que uma boa qualidade de vida torna os indivíduos mais felizes. Consoante a isso, dados compilados pela OMS comprovam que o Brasil possui a maior taxa de ansiedade no mundo. Essa realidade se deve pela ausência das autoridades políticas em solucionar os problemas existentes no território nacional. Diante disso, é notório a importância de reduzir as crises econômicas e sociais para uma melhoria da saúde mental dos brasileiros.
Como se vê, é indubitável resolver esse impasse. Para tanto, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com as prefeituras municipais, a criação de espaços de lazer a fim de proporcionar o relaxamento por meio da realização de atividades físicas. Ademais, é dever do Ministério da Economia implementar ações que visam o crescimento da economia e, consequentemente, diminuir algumas adversidades, como o desemprego. Nesse sentido, é necessário reduzir a carga tributária que incidem sobre as micro empresas com o intuito de estimular a abertura de pequenos negócios.