Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 23/06/2020
Com a pandemia do novo Coronavírus (COVID-19) e a necessidade de uma quarentena mundial, outro problema, não tão recente, ganhou relevância: a saúde mental das pessoas. A ansiedade atingiu índices jamais vistos. Além de gerar impactos para saúde, tal problema afeta também toda uma economia.
Gerado muitas vezes por estresse, bullying, problemas familiares e a necessidade de encaixar-se em uma sociedade de aparências, os transtornos mentais só tendem a crescer. Tendo como base dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 300 milhões de pessoas sofrem de ansiedade. Ao analisar a proporção relacionada com a população mundial, o número parece pequeno, mas ao analisar mais profundamente nota-se que tal número é maior que a população do Brasil.
Um problema tão grave, mas deixado de lado e que é mascarado por falsas expressões faciais, gera impactos estrondosos a toda uma sociedade. A área da saúde é a mais afetada, uma vez que a grande demanda de pacientes e a ausência de profissionais do âmbito psicológico causam um caos. Além disso, a economia também é afetada, afinal uma pessoa com distúrbios mentais rende muito menos em seu trabalho, além da chance de se aposentar mais cedo ser maior, causando problemas para o sistema previdenciário.
Dessa forma, é evidente que tal problema vai além de impactos individuais, podendo afetar todo um país. Sendo assim, é necessário que órgãos governamentais combatam tal mal desde seu surgimento, investindo em meios de prevenção, como campanhas de conscientização, além de melhoras na área médica, para um melhor atendimento da população.