Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 23/06/2020
Desde o século XIX a ansiedade vem se agravando a atualização dos anos. Hoje, mais de 18,6 milhões de pessoas estão detentas a conviver com este transtorno. O excesso de informações e a falta de compreensão familiar não ajuda nenhum pouco ao desenvolvimento positivo dessas pessoas afetadas. Porém, a área da saúde vem se desenvolvendo muito para ajudar pessoas com ansiedade e transtornos semelhantes.
No final de 2019 foi o início de uma pandemia, onde ainda procede com a paralisação de todo o mundo. Muitas pessoas estão de quarentena, presas em suas residências, reféns de televisores, jornais, smartphones e notícias ruins. A mídia vem descarregando tantas notícias negativas que isso pode sim mexer com o psicológico de todo ser humano. Ao mesmo tempo que o excesso de informações possibilita o acesso ao conhecimento e ao desenvolvimento pessoal, o exagero dele pode causar doenças até mesmo como a depressão.
Entretanto, a compreensão da familiar é outro fator importantíssimo, pessoas tais como ansiosas, merecem todo o apoio e cuidado possível, do mesmo modo que para essas pessoas doentes não será um procedimento fácil, para a família também não é, por isso que pessoas de baixa renda tendem a depender de amigos e familiares para seu autoatendimento, pois a falta de profissionais e informações, são precárias, graças ao SuS, em algumas cidades tem a disponibilidade de consultas gratuitas com psicólogos, onde já está sendo um avanço enorme para a melhoria dessas pessoas.
Sendo assim, medidas plausíveis e que merecem toda a atenção para a solução dos problemas citados tem de serem solucionadas. Por isso, a mídia, juntamente com o Ministério das Comunicações devem amenizar o impacto das notícias ruins e dosarem o excesso de informações negativas. Também para que o Ministério da Saúde e o SUS disponibilizem mais profissionais capacitados e com fácil acesso para as pessoas que não tenham condições de pagar uma consulta particular possam assim serem tratadas. E por último pois não menos importante, fazer com que as escolas disponibilizassem palestras a fins de demonstrar a importância e cuidados que devemos ter com pessoas com a ansiedade. Como dizia o Sigmund Freud: “Somos feitos de carne, mas temos que viver como se fôssemos de ferro.