Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 30/06/2020

Promulgada pela organização das nações unidas, (ONU), em 1948 ao declaração mundial dos direitos humanos garantia a todos os indivíduos o direito à educação,à saúde e ao bem-estar social. Porém as dificuldades encontradas no combate à ansiedade na sociedade atual, impossibilita que determinado parcela da população desfrute desses direitos universais na prática. Diante de tal contexto, deve-se avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

A educação é um fator primordial no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a oitava posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possua um sistema de ensino eficiente. Mas, isso não é observado, e os resultados desses contraste social são refletidos nos atos índices de ansiedade registrados na sociedade Brasileira. De acordo com dados da OMS, o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosa no mundo 18,6 milhões convivem com o transtorno. Assim essa situação calamitosa, deixa claro a necessidade de que, ocorra grande mobilização do poder publico, com ênfase no Ministério da saúde, mostrando soluções cabíveis para por um fim nesse grande problema, de falta de conhecimentos cabiveis para por em prática uma vida saudável e livre de ansiedade.

Faz-se mister, ainda salientar a falta de hábitos saudáveis, e uma educação que mostra-se e orientasse, sobre a real importância de uma vida saudável, como grande impulsionador do problema. Segundo o Filosofo, Immanoel kantt, o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Portanto, é considerado um descaso com a população, permitir que em pleno século XXI, o governo não invista em educação suficiente, sobre como manter uma vida saudável e por consequência evitar a ansiedade.

Infere-se portanto que ainda há entraves para solucionar o problema. Unge ao Ministério da saúde, em parceria com o MEC (Ministério da Educação), promove palestras, seminários e vídeos aulas, em locais estratégicos, como escolas, associações de bairros carentes com altos índices de áreas com suicídio, mostrando depoimentos de pessoas que conseguiram mudar de vida, graças ao acompanhamento médico e constante do uso de hábitos saudáveis na sua vida. Ademais, o MS( Ministério da Saúde), deve colocar mais psicológicos, nos locais estratégicos para que ocorra um acompanhamento, do começo ao fim, em cada quadro. Assim, poderemos alcançar um país mais integrado e melhor.