Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 01/08/2020

A revolução tecnológica do século XXI trouxe acesso à informação e meios de comunicação ao alcance das mãos - “smartphones” -, tal como, uma enfermidade dado pelo uso em excesso a maléfica: ansiedade. Sobretudo, na contemporaneidade esta doença, infelizmente, afeta a população brasileira, trazendo consigo desafios para combatê-la, devido a banalização, bem como tratamentos ineficientes, posto isto, os cidadãos são prejudicados cognitivamente tendo que conviver com ela.

A princípio, a cultura da sociedade de permanecer conectado nas redes sociais e ainda a todo instante receber notícias mundo, proporciona muitas informações para lidar no dia a dia. Tal preceito degradante, é o causador da banalização da ansiedade, visto que, as pessoas cultivam esse hábito e acreditam que os efeitos negativos são inerentes do cotidiano, sendo analisado esse aspecto pela MindMiners em 2019, e frisou que o Brasil tem a maior taxa de portadores de distúrbios de ansiedade do mundo.

Nesse contexto, o médico deveria esclarecer sobre a mudança de comportamento, no entanto, opta-se por tratamentos nocivos, usando drogas psicotrópicas, as quais têm efeitos colaterais, acarretando déficit cognitivo, logo, contradiz o pensamento filosófico estoico, o qual prega que para alcançar a paz interior - e expurgar a ansiedade - deve libertar-se dos excessos mundanos. Com efeito, esses procedimentos são paliativos, pois não atacam o causador do distúrbio: a demasia de informação e os hábitos.

Diante disso, é mister o Ministério da Saúde, em parceria com mídias sociais, rádio e televisão, crie boletins expositivos da utilização consciente desses meios no dia a dia, para serem veiculados de forma periódica alertando os usuários dos efeitos danosos da ansiedade e seu tratamento. Com efeito, o Conselho de Medicina, deve criar normas para a terapia da ansiedade, mediante priorização de métodos que visam reeducação comportamental, em detrimento de drogas, visando eliminar a enfermidade e não só ser atenuante, assim os pacientes atingindo a plenitude cognitiva. Deste modo, os cidadãos conseguirão alcançar a paz interior estoica.