Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 03/08/2020

Analisando a sociedade atual, não é preciso ir muito além para perceber que cada dia mais a ansiedade vem tomando proporções significativas em nosso cotidiano. O que interfere direta ou indiretamente no bem estar comum. A canção “Admirável Chip Novo”, da cantora Pitty, relata o quanto a modernidade, o sistema, exige que continuemos seguindo em frente na busca por ter, ser e  fazer. E como fazer de saúde mental diante dessas circunstâncias?

Nesse vínculo, a Organização Mundial da Saúde destaca que quase 10% da população brasileira sofre com transtorno de ansiedade. Dessarte, surgem os tabus e preconceitos relacionados a tratamentos e sintomas. Paralelo a isso, pessoas ansiosas participam de uma luta contra dificuldades no trabalho, na faculdade e em relacionamentos. Podendo inclusive desenvolver problemas crônicos de saúde.

Ademais, é importante discutir que a luta para tratar a ansiedade vem avançando de forma positiva. Já que anos atrás tal transtorno não era levado a sério e não existiam métodos alternativos, acessíveis e eficazes que fossem comprovados. Embora ainda tenha muito o que ser melhorado, principalmente tratando-se de informação e conscientização, já que ansiedade vem se tornando um problema de saúde pública e é nítido a falta de políticas públicas para enfrentar o problema de maneira mais contundente.

Em síntese, convém ao governo federal, por meio do ministério da saúde, a criação de políticas públicas que ajudem a combater a ansiedade. Além de campanhas de conscientização informativas e anti-preconceito, bem como, atendimento por meio de profissionais especializados que possam  oferecer suporte nas unidades básicas de saúde, através do Sistema Único de Saúde - SUS. Fazendo com que pessoas que sofrem com essa situação sintam-se acolhidas e confiantes, além de evitar o agravamento dos casos de ansiosos entre a população.