Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 23/07/2020

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil possui o maior número de pessoas ansiosas do mundo, cerca de 9,3% da população. Porém, por mais que seja uma taxa muito alta, o combate a esse problema é insuficiente, porque ele não recebe a devida atenção e por isso, prejudica grande parcela da sociedade. Então, é preciso discutir os desafios no combate à ansiedade, como o tabu existente nessa doença e a falta de busca por assistência médica.

Em primeiro lugar, existe um tabu muito grande na sociedade com relação à ansiedade, em que as pessoas acham que não existe essa doença e que é besteira. Sendo assim, aqueles que realmente sofrem com ela, não se sentem apoiados e não buscam ajuda, e por isso, precisam lidar com ela sozinhos, sendo um absurdo, porque existem várias formas de combatê-la, mas não são utilizadas, por ser considerada “frescura” das pessoas. E como o Brasil é o país que possui o maior índice, esse tabu não pode continuar, pois essas pessoas precisam de ajuda, para que o país saia dessa posição, e melhore a vida de muitos.

Em segundo lugar, as pessoas que sofrem de ansiedade podem até aceitar que tem, mas não buscam uma ajuda médica, pois preferem resolver sozinhos. Em virtude disso, se prejudicam ainda mais, além de acharem que um psiquiatra ou psicólogo é apenas para doidos, e se recusam a ir em busca de um tratamento adequado, para ter uma vida melhor. No caso da série “Alexa e Katie”, por exemplo, a personagem Katie sofre de ansiedade, mas ela buscou ajuda médica, e com o passar do tempo, foi se sentindo melhor, sendo um exemplo do que todos deveriam fazer para melhorar esse problema.

Portanto, a ansiedade, no Brasil, é extremamente alta, e existem muitos desafios no seu combate que impedem o bem-estar das pessoas, sendo necessário que algo seja feito. Para isso, o governo deve conscientizar a população, quebrando o tabu existente, por meio de projetos sociais, que informem as pessoas sobre o assunto, com palestras em escolas, onde são educadas desde cedo, para que essa doença seja tratada de forma correta e traga paz nas vidas delas. Somente assim, essa situação poderá ser resolvida.