Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 01/08/2020

A ansiedade, o maior desafio da sociedade contemporânea é uma doença silenciosa, a falta de um padrão de surgimento dificulta a maneira em como tratar. Cada pessoa apresenta um tipo diferente de sintoma, podendo variar de um leve desregulamento do sistema endócrino até um grave défice de algum hormônio em específico e essa dinâmica da doença a diferencia de uma simples virose, não existe um remédio milagroso.

Primeiramente, a ansiedade deixa as pessoas para baixo, com muitos outros sintomas como: preguiça, insônia, falta de interesse nas interações sociais e até desânimo na coisa mais preciosa que temos, à vida. Segundo estudos da OMS, (Organização Mundial Da Saúde), um fator interessante sobre a ansiedade é que, quanto maior o uso das redes sociais, maior a chance de desenvolver a enfermidade, o que, por sua vez, leva os jovens do grupo de risco se acometerem da doença e leva-la para vida toda.

Secundariamente, o país que mais sofre do mal do século, é o Brasil, líder em casos por habitantes, cerca de 9,3% dos Brasileiros, dados da OMS sofre de ansiedade. Onde o preconceito da população com profissionais da linha de batalha como psicólogos e psiquiatras é gigantesco. Crenças como essas datam muito antes do surgimento do termo ansiedade, onde a seguridade do país em questão era muito melhor em relação ao que é hoje e ir no psiquiatra era considerado coisa de “doido”.

Muitas pessoas acometidas com ansiedade não consideram que podem ter a doença, apresentando sintomas leves, simplesmente postergam a ida ao médico e fazem de conta que tudo está normal. Faz se necessário, medidas governamentais partindo do ensino fundamental e levando a divulgação de propagandas aos MCM (meios de comunicação de massa) que a ansiedade é uma realidade e deve ser tratada com uma doença, assim como virose, entretanto ao invés de procurar a cura milagrosa em remédios, devemos conviver mais com pessoas, deixar um pouco de lado rede sociais e remover o estigma de que profissionais que tratam da saúde da cabeça são coisas de doidos.